Foi demitido? Saiba o que a lei garante a você.
Um advogado analisa a sua rescisão e explica, em português claro, o que ainda pode ser cobrado da empresa.
A empresa tem advogado. Você também pode ter.
Em qual dessas situações você está?
Toque na que mais se parece com o que aconteceu com você. Cada uma explica, em poucos minutos, o que a lei diz e qual costuma ser o próximo passo.
Fui demitido sem justa causa
Aviso prévio, FGTS, multa de 40% e seguro-desemprego.
Ver direitosRecebi menos do que esperava
Verbas rescisórias: conferir o cálculo do TRCT.
ConferirFazia hora extra e não recebia
Jornada, banco de horas e intervalo não pagos.
EntenderFui demitido por justa causa
Quando ela é válida e quando pode ser revertida.
Ver o que fazerA empresa não cumpre o combinado
Salário atrasado ou FGTS parado: rescisão indireta.
Ver direitosSofro humilhação no trabalho
Assédio moral: o que a lei considera e como provar.
EntenderMe acidentei ou adoeci no trabalho
CAT, INSS e estabilidade de 12 meses no emprego.
Ver como éTrabalho sem carteira ou como PJ
Quando a lei reconhece vínculo mesmo sem registro.
Ver meu casoComo funciona o atendimento
Três passos, sem burocracia e sem sair de casa.
Você manda uma mensagem
Conte em poucas linhas o que aconteceu. Se tiver o termo de rescisão, a carteira de trabalho ou os contracheques, mande uma foto pelo celular. Se não tiver nada em mãos, comece assim mesmo.
Um advogado analisa o seu caso
Os documentos e o que você relatou são conferidos à luz da CLT e das decisões do TRT da 4ª Região. Se faltar alguma informação, você é orientado sobre onde buscar.
Você entende e decide
Você recebe a explicação do que pode ser feito, em linguagem simples, com os caminhos possíveis e os prazos envolvidos. A decisão de seguir ou não é sempre sua.
O primeiro contato não gera vínculo contratual nem cobrança.
Advocacia trabalhista feita do lado de quem trabalha
O escritório atua em Direito do Trabalho com foco na defesa do trabalhador. Não é uma área entre várias: é o assunto do dia a dia, o que permite reconhecer rápido o que costuma passar despercebido em uma rescisão, em um cartão-ponto ou em um contrato que chama de “prestação de serviço” aquilo que, na prática, era emprego.
O atendimento começa por onde é mais fácil para você — normalmente pelo WhatsApp — e segue com acompanhamento direto do advogado, sem intermediários e sem você precisar decorar termo jurídico nenhum. Cada etapa é explicada antes de acontecer.
A atuação é sediada em Porto Alegre/RS, com processos na Justiça do Trabalho da 4ª Região e atendimento à distância para todo o Brasil, já que boa parte das audiências trabalhistas hoje é telepresencial.
O que dizem quem foi atendido
Substitua este texto pelo relato real do cliente, com autorização por escrito. Evite mencionar valores recebidos.
Substitua este texto pelo relato real do cliente, com autorização por escrito. Evite mencionar valores recebidos.
Substitua este texto pelo relato real do cliente, com autorização por escrito. Evite mencionar valores recebidos.
O direito trabalhista tem data para acabar
A prescrição trabalhista é de dois anos contados do fim do contrato. Dentro desse prazo, é possível cobrar direitos dos últimos cinco anos de trabalho. Depois disso, o direito de ação se extingue — e não há como recuperá-lo.
O que quase todo mundo pergunta antes de decidir
Responder dúvidas de quem ainda não é cliente faz parte do trabalho. Se a sua pergunta não estiver aqui, mande pelo WhatsApp — ela será respondida do mesmo jeito.
Fui demitido. Quanto tempo eu tenho para procurar meus direitos?
O prazo é de dois anos contados do fim do contrato de trabalho. Dentro desse prazo, é possível cobrar direitos referentes aos últimos cinco anos trabalhados. Passados dois anos do desligamento, o direito de ação prescreve e não pode mais ser exercido.
Já assinei a rescisão. Ainda posso reclamar alguma coisa?
Na maior parte dos casos, sim. Assinar o termo de rescisão não significa dar quitação de todos os direitos trabalhistas: a assinatura confirma o recebimento dos valores ali listados, mas não impede a discussão de verbas que não foram pagas ou foram pagas a menos. A exceção são acordos homologados em juízo com quitação ampla, que precisam ser analisados caso a caso.
Preciso de algum documento para começar a conversa?
Ajuda muito ter o termo de rescisão (TRCT), a carteira de trabalho e os últimos contracheques — uma foto pelo celular já é suficiente. Mas a conversa pode começar sem nenhum documento: o advogado orienta o que buscar e como conseguir cada coisa.
Preciso ir até o escritório em Porto Alegre?
Não necessariamente. O atendimento pode ser feito por WhatsApp, telefone, e-mail ou videochamada, e boa parte das audiências trabalhistas hoje ocorre de forma telepresencial. O atendimento presencial é feito mediante agendamento.
A empresa pode me prejudicar se eu entrar na Justiça do Trabalho?
Procurar a Justiça do Trabalho é um direito garantido pela Constituição Federal, e retaliação por parte do ex-empregador é vedada por lei. Nas relações já encerradas, além disso, a empresa não tem qualquer poder sobre a sua vida profissional.
Ainda estou trabalhando na empresa. Posso procurar um advogado?
Sim — e em algumas situações esse é justamente o momento mais importante. Salário atrasado, FGTS não depositado, assédio, desvio de função ou mudança unilateral de condições são casos em que a orientação prévia costuma fazer diferença, inclusive para avaliar a hipótese de rescisão indireta prevista na CLT.
Quanto tempo demora um processo trabalhista?
O tempo varia conforme a Vara do Trabalho e a complexidade da prova, normalmente entre 8 meses e 2 anos. Boa parte dos processos termina em acordo antes disso. Não existe prazo garantido — qualquer estimativa depende do caso concreto.
O atendimento é sigiloso?
Sim. O sigilo profissional do advogado é dever previsto no Estatuto da Advocacia e no Código de Ética e Disciplina da OAB. Tudo o que for conversado permanece confidencial, mesmo que você decida não seguir com o caso.
Precisando de orientação trabalhista?
Conte a sua situação. Ela é recebida com atenção e confidencialidade, mesmo que você ainda esteja só pesquisando.
Como se preparar para a conversa
Nenhum dos itens abaixo é obrigatório. São só coisas que ajudam a resposta a ser mais precisa.
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1
Junte o que estiver ao alcance Termo de rescisão (TRCT), carteira de trabalho, contracheques, contrato ou conversas com a empresa. Foto pelo celular já resolve.
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2
Conte em poucas linhas o que aconteceu Sua função, quanto tempo ficou na empresa e o que ficou em aberto. Não precisa saber nenhum termo jurídico.
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3
Receba a orientação e decida com calma Você é informado sobre os caminhos possíveis e os prazos. Seguir ou não é decisão sua, sem pressão.
Atendimento em sigilo profissional. O contato inicial não gera qualquer vínculo contratual.